Agora que chegou aqui não tem mais volta, meu amigo.

Então leia e aproveite o que minha loucura criatividade tem para oferecer.

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Essa pequena argola prateada no dedo

De vez em quando paro e fico olhando pra minha mão direita. O que tem nela? Um anel de compromisso. Foi colocado a uns seis meses.

Nunca havia usado um anel na vida. A exceção foi um de monstro que ganhei em um salgadinho quando pequeno, mas perdi ele numa partida de bafo. Sou azarado em tudo que jogo.

Creio que comprar esse par de anéis, ou melhor, alianças, foi uma das maiores escolhas da minha vida. Por quê? Por que pra mim não existem falsas aparências ou fazer as coisas apenas por obrigação, se eu viesse a usar um aliança de namoro, teria que ser com alguém que eu amasse. Me dói a alma ver casais que se conhecem a pouquíssimo tempo trocando juras de amor eterno, viram noivos e se separam em questão de 3 meses.

De vez em quando eu fico mexendo na aliança. Tirando e colocando ela no dedo, faço isso até sem perceber. Criou uma marca no lugar dela, e cara, como eu sou branquelo! Até minha namorada, que já é brancona diz que eu sou branquelo. Preciso pegar uma cor.

Mas já me acostumei com ela. Enquanto alguns homens vêem uma aliança como uma espécie de algema, eu vejo apenas como um sinal de maturidade, de respeito e consideração pela pessoa que escolhi para ficar ao meu lado.

Eu percebo que minha metade da laranja as vezes fica olhando pra aliança dela também. Não sei se pensa as mesmas coisas que eu, ou se tem alguma dúvida em colocá-la ou se sente algo incômodo em usá-la. Eu espero que sinta o mesmo que eu: orgulho por ter uma pessoa especial para amar.

Poisé, mesmo com toda minha macheza e ignorância descerebrada, acabei escrevendo um texto romântico. Estou em decadência perante Chuck Norris e Charles Bronson. Mas ainda permaneço um brucuto defensor da pancadaria. Agora vou lá tomar cerveja, fumar charutos e atirar no primeiro bandido que passar correndo na frente da minha casa.

P.S.: A foto deste post são nossas mãos.

domingo, 15 de abril de 2012

Exigente


Por coincidência encontrei na parada de ônibus uma vizinha que há muito tempo não via. Conversamos um pouco e ela fez a fatídica pergunta “Tem namorada?”. Eu disse que não. Ela insistiu “Nenhuma?” e eu respondi que não novamente. O que ela disse em seguida foi o melhor: “Nunca te vi namorando nesses anos todos, tu é todo bonito, mas deve ser muito exigente”. Não pude conter a risada.

Cara, eu me divirto com as conclusões que as pessoas têm sobre mim. De fato, sou exigente, mas comigo mesmo. Exijo de mim ser uma boa pessoa, ter sucesso na vida, tomar decisões em virtude de meu caráter e não deixar de aproveitar as boas oportunidades que surgem (sejam profissionais, sejam atividades indecentes e descabidas nessa vida fanfarrona). Mas, no lado amoroso, acho que nunca exigi muito.

Não interprete isso como eu aceitar qualquer coisa que surja, mas no sentido de não idealizar a mulher perfeita e que faça tudo que quero. Todas as vezes que gostei de alguém me mantive igual, tratando com respeito e carinho, e mimando um pouco com meu lado artista/criativo, apesar de isso ir contra meus ideais de macho ignorante troglodita.

Pensando melhor, deve ser por isso que nunca tive namorada. Costumo me doar (no bom sentido) aquilo que me interessa e me inspira, seja uma garota ou outra atividade/esquema qualquer. Ao fazer isso, me torno um cara apaixonado e motivado por aquilo, e as pessoas costumam ter medo de quem gosta muito de algo, encaram como um sinal de fraqueza, mesmo sendo na realidade um grande sinal de força. Ou vá lá, to falando asneira e minha vizinha que me avacalhou e na verdade sou feio e idiota ao invés de todo bonito.

Enfim, a única coisa que exigi das mulheres que conheci foi compreensão. Mas, com tudo que vivi e recebi até hoje, talvez isso seja exigir demais.

sábado, 19 de março de 2011

Ponto focal

Minha mãe acabou de gritar comigo. E o motivo disso foi o fato dela estar falando sem parar a uns 15 minutos e eu simplesmente nem saber o assunto, apenas concordava com o que ela dizia (até que ela percebeu essa minha técnica secreta). Bem, eu estava ocupado matando demônios das trevas no meu PC, como ela espera que eu preste atenção em outra coisa?

Sou homem, tenho foco naquilo que faço, e quando entro de cabeça em algo (ôa) trato de me desligar de todo o resto. É sabido que nosso campo de visão é abrangente, mas enxergamos apenas aquilo que se encontra no ponto focal. Agindo em conjunto, todos os sentidos do homem se voltam para algo específico, e esse algo específico não pode ser dividido com nenhuma outra coisa. Esse é o ponto que eu queria chegar.

Acontece que, em diversas ocasiões, o “foco único” do homem rende situações inusitadas.

Exemplo: Andando pela rua, estavam quatro amigos voltando do almoço. O objetivo deles era ir reto, mas seus pontos focais convergiram para uma jovem dama deveras exuberante que atravessava a rua para o outro lado. No mesmo instante, e de maneira sincronizada, os quatro mudaram a rota e foram nos passos da jovem dama. Situação normal para nós homens, não fosse o fato do primeiro deles prestar tanta atenção na jovem dama que esqueceu que havia um poste no caminho, onde ele bateu de frente. Ou seja, não podemos prestar atenção em duas coisas ao mesmo tempo.

As mulheres gostam de ridicularizar dizendo que podem fazer várias coisas ao mesmo tempo, nós rebatemos que homens fazem uma, mas fazem bem feito. Não importa quem está certo e quem está errado, o que importa é que eu dei muitas risadas quando meu amigo olhava o decote da guria e foi reto no poste, e esse é o único motivo que tenho pra ter escrito este texto.

sábado, 2 de outubro de 2010

Amizade masculina e feminina

Vivo em dois mundos. Não, não sou um extraterrestre, mas atualmente minha rotina se divide entre ficar junto de um grupo de mulheres e de um grupo de homens (não, não estou pegando nenhuma dessas mulheres, elas são do trabalho, e os homens são meus amigos). É bom e ruim ao mesmo tempo, pois são muitas diferenças entre os sexos, e eu tenho que encarar.

O Tratamento:
Tem uma velha piada da internet que diz que, ao saírem, Juliana, Natália, Débora e Flávia se chamam, respectivamente, Jú, Ná, Dé e Flá. E quando saem Marcos, Felipe, Rafael e João se chamam, respectivamente, Gordo, Alemão, Rambo e Ogro.
Isso é a mais pura verdade. Ao passo que durante as conversas, para demonstrar a amizade e parceria, elas utilizam termos como amiga/miga/mana/maninha, enquanto eles utilizam corno/viado/broxa/filhadap***. Homens não ficam ofendidos por xingamentos aleatórios, é parte da graça e não levam a sério. Mas se uma mulher xinga a outra.... sai de perto....

O Sentimentalismo:
Nisso não há o que discutir, as mulheres demonstram muito mais emoções enquanto conversam e não costumam esconder como se sentem. Chorar é comum quando falam de algo mais delicado.
Homens são igualmente sentimentais, mas não expressam isso se não fizer parte do contexto da conversa ou sem necessidade (embora aconteça bastante esses momentos de "frescura").

A Objetividade:
Mulheres são subjetivas, gostam de deixar implícito o que realmente querem. Ou, exemplificando melhor, dizem uma coisa pensando outra. Mesmo entre amigas isso é comum e costuma gerar algumas desconfianças, razão pela qual uma mulher sempre está falando mal de outra mulher pelas costas (seja ela amiga ou não).
Homens são objetivos e diretos, dizem o que acham na cara dura pros amigos, à exceção de quando é algo pessoal/sentimental ou que vá manchar sua reputação.

A Diversão:
Mulheres amigas gostam de fazer compras, de sair pra dançar, de ver filmes dramáticos pra chorar, de falar muito de comer brigadeiro e muitas coisas que não passam a mínima emoção pros homens.
Homens amigos gostam de jogar futebol, de jogar videogame a tarde inteira, de beber até cair, de ir na zona e demais coisas ignorantes ou idiotas que não passam a mínima emoção pras mulheres.

A Confiança:
Mulheres dedicam seus pensamentos mais íntimos, experiências, e tudo que é tipo de história pras amigas, mas isso não quer dizer que se achem totalmente confiávies uma para a outra. Não sei explicar, apenas já vi isso, pois nesses tantos grupos de mulheres em que me encontrei falava com todas elas e percebia claramente de quem gostavam ou não, algumas "best friends forever" na realidade se odiavam.
Homens só falam coisas pessoais para os amigos que realmente confiam. Mas a confiança masculina não é de qualquer um, e quando é dito que há confiança, pode acreditar, há confiança.

O Rompimento:
Mulheres se chamam de "amigas eternas", mas uma simpes discussão por causa de um penteado faz com que nunca mais se olhem na cara. Isso não é generalizar (ou talvez seja, sei lá) mas por sempre trabalhar em locais com muitas mulheres vi a quantidade de coisas inúteis (pelo menos pra mim) detonando relações. E, claro, as chances de reconciliação são praticamente inexistentes.
Para um homem ficar de mal com outro é necessário uma "traição" ou grande decepção com o amigo. Mas essas mágoas podem ser superadas se a pessoa que "errou" assume o que fez (o que não acontece tão fácil, pois somos homens e sempre estamos certos). Ou simplesmente resolvem tomar uma cerveja e esquecem a besteira. Só grandes problemas rompem pra sempre a amizade masculina.

Chega, tá muito grande esse texto. Mas, nossa, são tantas diferenças que podem deixar uma pessoa louca. Pensando bem, já me chamaram de louco, mas faz parte.


domingo, 5 de setembro de 2010

Sensibilidade é pros fracos

Sou homem, consequentemente ser sensível não faz parte do meu dia dia, embora eu me esforce. Ei, não sou um cara grosseiro ou ignorante estilo Jeca Tatu, mas fui criado sem frescuras e posso ser classificado como um esteriótipo da velha geração (porque a atual, dos coloridos e frescos tenha dó, né). Acontece que, mesmo sendo gentil e legal a maior parte do tempo, de vez em quando sai sem querer querendo aquelas pérolas que deixam as mulheres totalmente enfurecidas.

Segue abaixo alguns exemplos:

Conversando com uma colega da faculdade.
Eu: Tu tem um sotaque bem legal.
Ela: É que eu sou de Carlos Barbosa (cidade berço de colônias italianas).
Eu: Ah, legal, então tu é uma colona?
(Não preciso dizer que quase tomei um tapa.)

Falando com uma antiga.. humm, bem... "amiga".
Ela: Diz a verdade, o que tu acha de mim?
Eu: Acho que tu fala demais.
(Nossa, ainda fico rindo e tentando entender o que me levou a dizer isso. Mas eu tinha 17 anos e era um banana. Óbviamente, nunca mais falei com ela depois)

Quando fiz um cartão de aniversário pra uma colega, e coloquei uma frase bonita de uma banda de Heavy Metal (sim, realmente era uma frase bonita).
Ela: Um pedaço da letra do Judas Priest? Tu acha que eu entendo algo de Judas Priest?
Eu: Acho que tu não entende é de nada.
(Desnecessário dizer que eu não fui no aniversário. Mas caras, faço um cartão todo bonito e na boa vontade e ainda reclamam??)

Uma colega de trabalho exaltando o fato de ter perdido meio quilo.
Ela: Nossa meninas, perdi meio quilo mês passado!!! A dieta está estupenda!!
Eu: Perdi dois quilos semana passada, e nem fiz dieta. Como é legal emagracer sem esforço né?
(Se fosse um desenho animado, creio que sairia um raio dos olhos dela quando eu disse isso)

Quando uma garota numa festa perguntou o que eu achava do vestido dela.
Ela: Comprei ontem esse vestido. Não é legal?
Eu: Tem uma cortina lá em casa parecida com ele.
(Pelo menos a desculpa dessa vez é que eu estava bêbado, mas nem sei como escapei daquele copo que voou na minha cabeça)

Ok ok, já chega. Não faço essas coisas com propósito de machucar, geralmente to meio "desligado" quando me perguntam algo e respondo sem pensar muito, ou simplesmente é sarcasmo e elas não entendem. Mulheres não costumam entender piadas sarcásticas, fato.

Todos cometem falhas de vez em quando. Pelo menos ocasiões como essas geram lembranças engraçadas.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Defenders Of The Faith

Várias vezes fui questionado sobre o meu estilo musical, porque eu gosto dessa "barulheira" que é o Rock e Heavy Metal. Quem não gosta simplesmente não vê nada além do peso da bateria e guitarra, independente da letra falar de amor, guerra ou de uma prostituta barata de esquina. Mas, dentre tantas questões e afirmações, a única frase que realmente me pôs a pensar foi "Se tu gostasse de pagode e funk tu ia pegar mais mulher".

É, não duvido disso, já não nego que sou indubitavelmente imprestável com relação ao sexo oposto. Porém nunca tentei mudar meu estilo. Tenho uma relação muito forte com a música. Hoje, digo com toda a certeza, que o Rock'n'roll e Heavy Metal fazem parte de mim.

Meu encontro com o o Rock e Metal foi meio que acidental. Ouvi um rock nacional e achei muito melhor do que as coisas que tocavam nas rádios e na casa dos meus amigos. Com um auxílio de minha mãe(bendita seja) descobri algumas bandas de peso, e daí por diante foi uma subida íngreme em direção ao que gosto hoje.

Mas hein? o Assunto não era mulher? - Você me questiona.

Acontece que justamente o rock'n'roll é que estava presente em todos meus momentos da vida, fossem bons ou ruins, envolvendo mulher ou não. Está presente agora mesmo enquanto digito esta frase. E, por mais estranho que pareça, tive "fases musicais".

Nos velhos momentos de rebeldia juvenil, onde guspir em caminhões e gritar palavrões no meio da rua significava progresso, meu radinho preto (o saudoso radinho preto) tinha AC/DC, Van Halen e Motorhead. Mostrava minha energia em explosão, afinal era época de puberdade.

Ao começar a tomar mais consciência do mundo e sua natureza, o já radinho azul (substituto do saudoso radinho preto) tocava Black Sabbath, Metallica, Iron Maiden. Pode-se dizer que eu era um pouco poser (afinal todo fã um dia foi poser), mas simbolizava meu lado mais desafeto, que não gostava muito do que via.

Já retomando aqueles dias pelo qual todo garoto passou ao menos uma vez na vida, que é tomar um fora, lá estava a música. No momento mais cruel, que foi ser totalmente arrasado pela primeira paixonite, eu me senti um verme esmagado. Whitesnake, The Police, entre outras que não ouso citar fizeram meu repertório triste (mas não confunda com momento EMO). Aliás, toda vez que eu me sinto um pouco necessitado emocionalmente (ou fisicamente) o já rádio preto (um novo, não o saudoso) insiste em tocá-los.

Mas, sem fugir ao foco inicial, nunca mudei meus gostos pra atrair uma mulher. Passei por muitas decepções, por muitas conquistas, e por muitas panaquices sem sentido que hoje rendem ótimas histórias. Entre fracassos retumbantes, lembro de uma morena fofa e cretina, de uma loira realmente burra, de uma ruiva de óculos que foge ao me ver(ainda não descobri porquê), a bêbada que falava de Jean Paul Sartre, e outras que é melhor eu não relatar.

Mas, quer saber, não me arrependo de nada. Eu desenvolvi minha mente dessa maneira. Eu escolhi o que queria ouvir. Eu nunca neguei minhas verdadeiras vontades. Eu nunca ao menos cogitei desistir do Rock e Metal. Eu forjei minha personalidade e meu caráter.

Eu gosto muito de mulheres, não consigo viver sem a presença delas. Mas não vou deturpar tudo que eu venho formando e personificando ao longo dos anos em pról de uns amassos a mais. Se não for conseguido por meus méritos e esforço próprios, certamente não vale a pena.

Prefiro ser um metaleiro solitário, mas que admira o ponto onde encontra-se, do que um pagodeiro pegador, com objetivos superficiais e fúteis.

sábado, 24 de outubro de 2009

Causos cotidianos

Faz tempo que não falo sobre histórias inusitadas do dia a dia. Vou passar alguns relatos.

** A errante:
Eu e meu amigo vicking na faculdade conversando aleatóriamente sobre heavy metal e bebida. De repente surge do nada uma garota baixinha que eu falei algumas vezes.
Ela me viu e veio correndo na minha direção. "Ah, deixa eu te dar um abraço."(uéé)
Em seguida, começou a contar que estava bêbada e que havia "fumado um" pouco antes de ir pra lá. Terminou de dizer isso, parou um pouco olhando pros lados e rindo sozinha, e saiu de perto.
Cara, eu sempre me divirto quando vejo essa mina, alegra o meu dia.

** A fugitiva:
Não vou explicar a história, mas há uma garota na faculdade que não gosta muito de minha pessoa, e evita passar pelos mesmos corredores em que me encontro.
Bem, eu estava perto da minha sala, no corredor olhando os arredores com o fone de ouvido (Judas Priest detonando), e detalhe é que a minha sala era na penúltima fileira de salas. Ao que parece a dessa garota era na última, e ela me viu ao longe quando ia subindo as escadas.
Bem, ela deu meia volta e entrou no banheiro. Eu fiquei parado ali. Ela saiu do banheiro, ia subindo, me viu ali ainda, e voltou e ficou fingindo olhar os murais. Eu até fui mais pro meio do corredor só pra provocar.
Ela ia subindo denovo, e me viu ainda lá. Entrou em um corredor paralelo e sumiu. Minutos depois, ela retorna por ali.... e me vê denovo. óbvio que ficou indo pra lá e pra cá, sempre virando a cara pro meu lado e conferindo minha presença.
Cansei daquilo, ela parecia um pimball pra fugir de mim, saí de perto e ao longe vi que ela finalmente subiu o corredor.

** A burrice em pessoa:
Eu e um amigo cabeludo conversando com uma garota loira(óbviamente). Claro que tudo que ela falava era relacionado a baladas e ex namorados(putz).
Uma hora contei que ia no show do AC/DC. Ela burramente me pergunta "o que é isso?".
Ok, expliquei que era uma banda e tal(pouco conhecido o AC/DC, né).
Ela me disse que não entende essas coisas de rock e metal, mas disse que na semana seguinte iria no "Universo Alegria".
Eu ironizei dizendo que talvez aparecesse um superstar tipo Belchior por lá. E sou recebido com a seguinte pérola:
"Ei, já te disse que não entendo nada de ROCK E METAL!!!".
Até hoje estou rindo.

** Beijo é pra mãe:
Falando com meu chefe no telefone sobre assuntos do trampo. Na hora de desligar ele manda um "beijo".
Fiquei quieto, e percebi que do outro lado da linha ele fez um "putz".

** Rindo sozinho:
De fato, algumas piadas totalmente sem graça pegam na nossa mente e nos fazem rir que nem palhaços. Isso me aconteceu dentro da sala de aula esses dias. A piada em si era um filme da sessão da tarde, onde o pé grande imita uma sirene de polícia. Parecendo um demente rindo sozinho, um colega disse que eu devia ter sérios problemas.

** A ignorância tecnológica:
Uma colega de trabalho estava desesperado querendo saber porque não conseguia digitar números no teclado.
Bem, utilizando todos os meus conhecimentos científicos avançados, eu apertei o botão Num Lock do teclado, que estava desativado.

Algumas coisas são meio surreais, e outras até comuns a muita gente. Mas que fazem tu ficar rindo por horas e horas a fio depois, fazem.

Situações diferentes sempre dão boas narrativas.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Cineastas são geniais

Sempre tive uma relação materna com a televisão da minha casa. Eu cresci na frente dela vendo filmes, séries, desenhos e tudo que é tipo de programa. De fato, sou uma enciclopédia televisa(é sério).

Um dos meus sonhos é um dia fazer meu próprio filme holliwoodiano, com direitos a explosões, tiros, facadas, pancadaria, mulheres e muita gente morrendo. Bem, eu tenho a mais absoluta certeza de que esse sonho jamais vai se concretizar, mas não fico triste, pois todos meus desejos filmísitcos são atendidos em dezenas de filmes. Há uma grande leva de diretores e roteirista que fazem obras voltados para todas as camadas de fãs. E a minha nunca está esgotada, pois sempre haverá alguém para ver filmes de porradaria desenfreada.

Quer exemplos?

Se quiser explosões: "Transformers" é totalmente de acordo com seus gostos explosivos.
Se quiser pancadaria: Steven Seagal sempre está na ativa quebrando braços/pernas/pescoços/virilha de malfeitores em filmes direto para as locadoras.
Se quiser dar risadas: Jim Carrey continua fazendo seus personagens caricatos como em "Sim, Senhor".
Se quiser tiros e matança: Stallone vem aí, olê olê olá.... Aguardem "Os Mercenários".

Pois bem, o que você quiser os caras fazem, por mais esdrúxulo ou exótico que sejam teus gostos pra filmes.

Mas eu escreve esse post por que dessa vez eles se superaram. Saca só o que eu achei.

SINOPSE: Numa pequena cidade rural do interior britânico, uma maldição ancestral aterroriza a todos, mas sobretudo os homens. É que as esposas deles são há séculos escravizadas por vampiras lésbicas. Isso até o dia em que chega ao local dois jovens desafortunados que serão oferecidos às vampiras como sacrifício. E eles terão que lutar por suas vidas.

MEU DEUS, O QUE É ISSO!!!!!!!!!!!!!!!
O NOME DA OBRA PRIMA: CAÇADORES DE VAMPIRAS LÉSBICAS!!
ISSO MESMO===> VAMPIRAS LÉSBICAS.

Cara, é por isso que eu não perco a fé no cinema. Por mais saturado de idéias fajutas e inúteis, sempre é possível achar uma preciosidade como essa. Só falta ter uma trilha sonora rock'n'roll pra ficar perfeito.

Vou ver esse filme no cinema. Vampiras lésbicas não se acha todo dia.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Senhor, em que posso ajudá-lo?

Essa frase aí de cima ilustra diversas ligações telefônicas que fazemos ao longo dessa nossa fatídica vida. No caso que relatarei a seguir foi em uma ligação para os demoníacos 0800 da vida. E, pior ainda, eu queria cancelar um serviço inútil do cartão de crédito que apenas sugava uma parcela do meu parco salário de estagiário nessa sociedade capitalista.

***Liguei***

Guria do banco: Boa noite Sr, em que posso ajudá-lo?
Eu: Boa noite, eu gostaria de cancelar um programa de bônus no cartão de crédito.
Guria do banco: O Sr está ciente de que ao cancelar esse serviço vai estar perdendo todas as chances de benefícios por ele proporcionados?
Eu: Sim.
Guria do banco: O Sr tem consciência de que ao fazer esse cancelamento, não poderá trocar todos os bônus já acumulados no tempo que o Sr está trabalhando com este banco?
Eu(já um pouco encomodado): Sim.
Guria do banco: Mas Sr, se permanecer com esse programa de bônus, poderá estar trocando todos os pontos acumulados que o Sr já possui por ótimos prêmios, que já estão disponíveis, e que você pode fazer o pedido na agência mais próxima de sua casa.
Eu(já com a cabeça latejante): Sim, eu sei disso, quero cancelar igual.
Guria do banco: Mas Sr, essa é uma vantagem exclusiva desse banco, e que é uma oportunidade muito boa em vista de uma parcela mínima no cartão de crédito.
Eu(já puto da vida): Sim sim, mas é uma parcela mínima que me faz falta no fim do mês. Cancele por favor.
Guria do banco: Mas o Sr tem certeza que deseja parar de usufruir dese serviço que nosso banco disponibiliza quase que gratuitamente apenas para lhe trazer vantagens?
Eu(deuzulivre): Sim!
Guria do banco: E o Sr está ciente da lista de prêmios que vai estar deixando de pode trocar com seus pontos acumulados do plano de bônus mensal?
Eu(pqp): SIM!!! Será que você pode cancelar agora?
***Fica muda a aligação, e ninguém responde mais nada****
EU MATO UM HOJE!!!

***Liguei denovo***
Nova guria do banco: Boa noite Sr, em que posso ajudá-lo?
***Segue mesma situação de antes até a linha em que cai a ligação***
Eu(pqp): SIM!!! Será que você pode cancelar agora?
Nova guria do banco: Certo, aguarde um pouco Sr.
.
.
.
***20 minutos depois***
Desliguei.

Acredita que liguei denovo???
CARA do banco: Boa noite Sr, em que posso ajudá-lo?
Eu(totalmente louco, mas com cordialidade): Boa noite, eu gostaria de cancelar um programa de bônus no cartão de crédito.
CARA do banco: O Sr confirma que quer cancelar?
Eu(esperando nova enrolação): Sim.
***Alguns segundos de espera***
CARA do banco: Pois bem, o Sr está fora do programa de bônus. Este banco agradece que você tenha ligado e esperamos que esteja satisfeito com o atendimento.
Eu:............. tá......... hummm..... valeu....

Concluindo: PUTCHA QUE LOS PARÍUDES!! PORQUE AS MULHERES FICARAM ME ENROLANDO MEIA HORA E ME TOCAVAM NA ESPERA E ME PASSANDO A CONVERSA, SE O CARA PÔDE RESOLVER TUDO EM QUESTÃO DE DOIS MINUTOS??????????

Isso só me leva a uma confirmação pra lá de conhecida, que as mulheres adoram me fazer de trouxa.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Tudo por causa de uma simples visão

É uma situação chata de explicar, mas muito comum. Você acordou bem, tomou um café da manhã bem reforçado(com direito a leite de pêra ovomaltino) e vai pro trampo. Incrivelmente, o chefe não te azucrina, e o dia transcorre que é uma maravilha. De noite vai pra aula, e tudo é jóinha, com direito a ceva na hora do intervalo. Aí, na hora de ir embora, ou pouco antes de chegar em casa, você vê algo extremamente, fodasticamente, intercontinentalmente.......... desanimador.

Não entendeu? Te explico.

Acontece que algumas vezes, por melhor que esteja o momento, o simples fato de ver algo(ou alguém) detona tudo de legal que teve até aquele momento. E, por mais melhor de bom que você estivesse até aquele ponto, é algo capaz de te jogar no fundo do poço. A ponto de ficar o resto do dia refletindo sobre aquilo, ou mesmo perder o sono de noite.

Exemplos não faltam.

*É como você resolver assistir o jogo no buteco do Nonô, mas quando chega lá encontra aquele amigo mala, mas mala mesmo, que faz tu ficar o jogo todo pensando "pqp batman, logo no jogo do Inter!!";

*O mesmo pode ser comparado com aquela promoção incrivelmente única daquele aparelho eletrônico super tranzado. Você está todo feliz indo pra loja, mas ao chegar lá vê a placa "esgotado". Pronto, vai passar o resto do dia xingando tudo e todos e se auto recriminando por não ter ido mais cedo;

*Você aproveita o momento que seu chefe não está na sala e resolve falar um monte de besteira com seu colega. Mas quando o papo está na parte mais bacana, percebe-se que o chefia estava na porta parado e olhando pra vocês. Mesmo que ele não faça nada, vai ficar aquele "porra, desde quando ele tava ouvindo?";

*Todo faceiro na net, vendo youtube e escrevendo no blog. De repente vê num site confiável que o novo filme do Chuck Norris não vai sair, eram apenas boatos. P&*%$ que o P*%&$*;

*Vale também para aquele dia maravilhoso de futebol, onde fez gols tri bonitos. Nada melhor do que terminar dando uma passada no centro pra meter uma ceva. Aí, lá no meio da roda de amigos, você vê passar por ti aquela guria que tu era super apaixonado e que te deu um pé na bunda....... acompanhada. Putz, o cara alegre e feliz com a goleada se torna um mané emburrado e chato.

Concluindo: Cara, por melhor que você esteja, sempre tem como ficar totalmente puto da vida com uma simples visão de algo que não gostaríamos de ver. Mas não pense que este é um post negativista, o contrário também acontece. E um dia de merda pode ser salvo por alguma visão animadora(até pra um nerd).

domingo, 8 de março de 2009

Ideais, objetivos e idéias. Quais os seus?

Admirável leitor, caso não saiba, até poucos meses eu nem ao menos possuía MSN. Sim, eu era um nômade, um troll, um andarilho, ou qualquer coisa que queira me chamar. Mas devido a insistência de alguns amigos acabei fazendo essa porra.

Tá, não mudou tanto na minha vida. A diferença é que comecei a tomar foras das garotas pela internet também. Porém, algo sim foi revolucionário: descobri o dom que tenho para escrever meus pensamentos e idéias de maneira compreensível e não ofensiva. Isso consequentemente gerou conversas formidáveis. Inclusive várias foram inspirações para panaquices narrativas e dissertações desse blog. Inclusive a de hoje.

Começou a conversa apenas com umas dicas pra se sentir mais disposto ao longo da semana. Passou para o que fazer nas horas de folga do trabalho. Lambiscou a importância dos blogs e da internet no dia dia. E chegou em algo fundamental(na minha opinião), que é a relação das nossas idéias com nossos ideais e objetivos. Aí a discussão foi bagual.

A maioria geralmente é influenciada e controlada pelo que os outros pensam, ou o que vão achar a respeito das atitudes que pretendem fazer. Ou pior ainda, fazem julgamentos dos outros sem ao menos terem algo claro para serem justos. E isso, além de ser sintomas de futilidade e fraqueza emocional, são uma ofronta aos nossos ideais e objetivos. Porque? Simples, se nossas idéias mudam da água pro vinho com tanta facilidade, nossos objetivos mudam junto, e nossos ideais deixam de existir, já que não tem serventia nenhuma.

Aí que cheguei a uma conclusão: Tenho os meus objetivos, eles seguem meus ideais, e são as bases para minhas idéias.
Simples assim? Não, nem um pouco. Pelo contrário, é extremamente complicado traçar essa linha e segui-la, mas sigo com clareza quanto ao que quero, determino e penso. As únicas dúvidas são se as maneiras com que concretizo meus sonhos estão corretas. Mas daí é algo além do que podemos prever, pois as experiências(boas ou desastrosas) vão moldando a a jornada do destino(falei bonito).

Mas e você? Sabe quais são as bases do seu pensamento? Elas tem alguma influência no teu caráter? Você cria seus objetivos seguindo-as ou apenas com outras finalidades? Por acaso as idéias por ti transmitidas são conforme o que realmente tu pensa e aje?

Tá, é muito complicado dizer rápido. Eu perdi muitas tardes refletindo isso tudo, e não é fácil chegar a uma conclusão. A única coisa que dá pra concluir rapidamente é que MSN serve pra quatro coisas: Conhecer mulher, tomar fora de mulher, falar asneras, e discutir coisas que vão parar no blog.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

"Aquelas"

Sim, aquelas.
As que de uma forma ou de outra fizeram parte da minha vida.
Garotas legais, garotas chatas, garotas bonitas, garotas feias, garotas amigas, garotas que me odeiam..... e por aí vai.
Vou fazer uma listagem das que mais deixaram lembranças.

A colega de aula burrinha - que, bem, é burrinha, mas é muito legal. Afinal as mais burrinhas sempre foram as que me trataram melhor(será que isso é bom ou ruim???). Nessa categoria entra uma certa "Barbie" fã de RBD.

A loira/morena que se acha - bem, o nome já diz tudo. Se acha bastante, mesmo que nem seja tudo isso. Uma em questão que até está acima do peso continua com esse problema. Costuma pisar em cima dos outros.

A pirigueti - cara, como tem guria pirigueti nesse mundo!! Geralmente são bem antas e não conhecem muito além de Funk(a desgraça musical) e pagode(a desgraça musical com pandero).
Mas até que são legais, só provocam muito e fogem na hora H. Ah, e muitas vezes são umas barraqueiras.

A fofa ordinária - essa faço questão de falar. É referente a uma menina fofinha que eu conheci, uma ex-colega de trampo. Chata, convencida, cheia e com uma cara de lua cheia. Tenho esse problema de tratar muito bem as garotas, mas devido a um certo "desentendimento" que tive com ela, recebi o pior tratamento da minha vida: Ignorância. E por vários meses.

A bêbada - em várias de minhas bebedeiras mudo adentro achei gurias que gostam de um trago. Mas essa que vos falo era uma campeã. E ela é bem divertida. Pra ti saber se uma pessoa vai com a tua cara, veja como ela te trata quando bêbada, pois é a hora que mostramos os verdadeiros sentimentos. Essa continuou legal comigo depois de um wiski 12 anos, então subiu no conceito.

A headbanger - Podem rir e dizer que o circuito do metal não tem muita mulher, mas é mentira!!
Tem várias, e são todas gente fina. Porquê? Hora, ao contrário desse bando de patricinha posuda que tem por aí elas são o que são e gostam disso, sem fingimento.

A maluquinha - Essa vai em especial pra uma amiga meio maluquinha das idéias, mas que é uma das mais legais que já conheci. Tem assuntos maneros e ajuda a levanta a moral quando o cara tá por baixo.

A inocente - Isso tá meio raro, mas ainda existe. São aquelas que não tem certas malvadezas da maioria, por isso são legais. Essas é bom de conversar e as vezes desabafar.

A que te faz de idiota - Pra terminar tinha que ser com essa mesmo. Eu sou um bobo, todos sabem, mas nada pior do que uma mulher que sabe disso e se aproveita. Ela vê que o idiota em questão(Eu) tá totalmente apaixonado e começa a brincar com os sentimentos e pisar nele. E como o panaca(eu) é burro, vê isso e continua tentando agradar. Não dá cara, se o mané(eu denovo) gosta muito, acaba não desistindo dela e fica só sofrendo. Mas esse tipo é o pior que tem, porque quando vê que tu começa a se afastar, ela chama o retardado(eu mais uma vez) de volta e dá uma pequena provocação. Ela não te quer com ela, mas ao mesmo tempo te quer com ela....sei lá.....porra.....vai entender esse tipo.....só traz sofrimento pro energúmeno(deve ser eu outra vez) e ele fica pensando nela o tempo todo depois.

Bem, essas são só algumas, ainda há vários exemplos e outros que virão.
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Mas, bem ou mal, eu sou um exemplo de perseverança!!!