Agora que chegou aqui não tem mais volta, meu amigo.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Malditas pessoas
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Galeria dos Vilões
Quando eu era pequeno tinha dezenas de bonecos de super heróis e monstros. Aqueles clássicos Jiraya e Black Kamen Rider de borracha, junto de seus vilões, e também Winspectors, Solbrain, Jaspion e mais uma penca de coisas nipônicas que dominavam a TV na época. E Cavaleiros do Zodíaco feitos de metal!sábado, 21 de janeiro de 2012
Olhar ou não olhar
A indústria do entretenimento possui pérolas de qualidade inquestionável, bem como porcarias horríveis que não servem pra nada. Dentre essas porcarias horríveis, a que mais se destaca no momento é o Big Brother Brasil. Mas é fato que dá audiência e movimenta cifras incalculáveis.Pois bem, pra mim não faz diferença. Não olho esse programa desde a segunda edição, e creio que nas últimas quatro ou cinco consegui escapar sem olhar um episódio que fosse (sério, não olhei mesmo). Mas sabe por quê eu não olho?
Em primeiro lugar porque o programa é ruim. Ruindade por ruindade, prefiro ver Chapolim. Existem programas ruins que entretem e são bem legais, mas a nível pessoal não considero BBB legal sob nenhum aspecto.
Em segundo lugar porque é um programa que não me oferece nada de interessante. Mas não falo isso como se eu fosse parte de uma elite intelectual televisiva que seleciona seus programas pela qualidade e cultura oferecidas, eu curtia até o Gordo Freak Show que passava na Mtv (aquilo sim era porcaria, mas me amarrava).
Em terceiro lugar porque não apresenta nada inédito ou que eu precise saber. Putaria, provas de resistência, brigas e bobagens quaisquer vejo na internet com muito mais qualidade e criatividade. Sem contar que acompanhar a vida de pessoas em uma casa eu dispenso, prefiro cuidar da minha vida (mas isso é pessoal, tem quem adora cuidar a vida dos outros).
Me detenho nesses três motivos.
Não fico revoltado com o programa, nem uso aquele chavão de que é a “decadência da TV brasileira”, olha quem quer, e tem muitos que possuem argumentos a favor do BBB. Ah, e o Pedro Bial não está afundando a carreira e perdendo sua credibilidade, o cara tá só ganhando uma grana preta e ficando na mídia constantemente (o sonho de qualquer jornalista).
Olhar ou não olhar, eis a questão. Pra mim a resposta é não, mas vai saber qual é a sua?
sábado, 13 de agosto de 2011
Códigos secretos
Mas o interessante é que todos os grupos possuem seus códigos próprios. No ensino médio volta e meia alguém gritava “pão”, “queijo” ou “coca-cola” no meio da aula. Eu e mais alguns estávamos por fora. Nunca entendi porque essa babaquice até que, anos mais tarde, um amigo me contou que era tiração de sarro com o gordo da turma em virtude de uma gordice que ele tinha feito envolvendo esses três elementos. Era tão secreto que nem ele entendia, inclusive o próprio gordo aderiu a gritar esses termos de vez em quando (um raro exemplo de auto bullyng).
No meu primeiro estágio eu e mais três amigos utilizávamos o termo “plets” pra descrever contatos corporais com o sexo oposto. Com essa tática encobertando as palavras mais obcenas, conversávamos tranquilamente durante o dia (Ei cara, consegui um plets com a fulana ontem). O termo “Kapião” é outro que apenas eu e mais uns dois amigos próximos conhecemos, e está devidamente explicado neste texto.
Esses são apenas alguns exemplos meus, há muitos outros, de muitos grupos de amigos, de muitos ambientes que frequento. E, como não poderia deixar de ser, você que lê esse texto certamente tem muitos códigos e palavras que só fazem sentido em determinada roda de amigos.
Há algo de errado com os códigos secretos? Claro que não. O erro encontra-se quando são utilizados para aqueles que não estão familiarizados com o contexto do termo. Dizer All Your Base Are Belong To Us em um grupo de pessoas não nerds só lhe faria parecer um idiota, e não um cara cool com tiradas geniais.
Nem sempre as pessoas entendem o que você quer dizer.
sábado, 30 de julho de 2011
Alguma coisa
Em outro momento queria escrever um texto triste e que fizesse o leitor refletir sobre o dia-dia. Também não deu. Estava relativamente feliz com a vida, então como poderia escrever sobre um sentimento que não fazia parte de mim no momento? Muito provavelmente eu encheria de ironia e sarcasmo, criando uma crônica de humor (o que é maioria neste blog).
Decidi-me por fazer um daqueles clássicos textos de diálogos entre pessoas estranhas, isso tem que dar certo. Mas também não deu. Um diálogo precisa ser entre as pessoas certas, todo mundo me parecia errado enquanto eu iniciava a discussão, e soar mais do mesmo não me agrada. Se for pra ver piada repetida, já basta o Zorra Total.
Contar uma história do meu cotidiano? Não, ninguém quer saber da garota que tá me enrolando no momento, das capionices ou minhas trollices Heavy Metálicas em geral. Sei que teoricamente o blog é um diário virtual, mas tendo em vista que, salvo exceções, eu não me interesso pela vida alheia, não tenho razão para fazer os outros lerem os fatos “marcantes” da minha vida. Claro, algumas rendem excelentes narrativas, porém essas estão em falta ultimamente.
E se eu fizesse uma poesia? Fiz uma íntima e realística, não tive coragem de publicá-la. Covarde é meu nome.
Acabou que minha incapacidade de escrever rendeu esse texto acima. Tal qual Jerry Seinfeld, domino a arte de falar sobre nada. E isso, de alguma forma, é alguma coisa.
domingo, 1 de maio de 2011
O tio fanfarrão
O tio fanfarrão é aquele que tem um histórico de fazer coisas absurdamente sem sentido, que todos desaprovam ou não entendem, mas que é a grande graça da vida dele.
O tio fanfarrão tem na agenda o número dos melhores disk-ceva e garotas de programa da região para as horas de emergência.
O tio fanfarrão diz pra cunhada que vai levar o sobrinho pra jogar videogame, mas na verdade leva ele pra virar a noite tomando cerveja e vendo mulheres dançando pelos bares da vida.
O tio fanfarrão aparece na frente do namorado da sobrinha com um facão e um revólver na cintura, pois ela é “uma menina” e não precisa ter namorado tão cedo.
O tio fanfarrão é basicamente igual ao irmão, com a diferença que ele não precisa passar pros filhos a imagem de pessoa correta e que preza a moral e os bons costumes. Afinal, pode haver tio fanfarrão, mas não pai fanfarrão e, no fundo, todo pai deseja ser um tio fanfarrão.
O tio fanfarrão reclama que está pobre, mas o dinheiro surge magicamente na primeira oportunidade de fanfarronice.
O tio fanfarrão ensina o sobrinho a meter porrada nos valentões. As partes de educação e resolver com civilidade ficam a cargo dos pais do garoto.
O tio fanfarrão representa o mal caminho. Ele tentará transformar o sobrinho em um macho ignorante cheio de vícios e a sobrinha em uma patricinha chata tamanha a quantidade de mimos que vai despejar nela.
O tio fanfarrão não sabe o que é politicamente correto. Vai rir de tudo e todos sem dó nem piedade.
O tio fanfarrão talvez já tenha sido um pai de família responsável, ou ainda venha a ser um. Mas, se não é a situação do momento, ele se dedica a fazer jus à fama de fanfarrão. Ou seja: bebidas, mulheres, rock`n`roll e o que mais der na telha.
O tio fanfarrão é um cara abençoado, pois são poucos os que possuem o dom da fanfarronação.
Treinei a vida inteira para isso. Tornar-me-ei um tio fanfarrão.
terça-feira, 8 de março de 2011
Piadas abstratas
Sabe qual é o lado ruim de ser nerd? As pessoas não entendem as tuas piadas. Creio que já abordei esse assunto antes, mas de uns tempos pra cá isso se aprofundou (ui) de maneira tal que as pessoas voltaram a dizer “cara, tu é estranho”. Mas não que eu esteja reclamando =)
A denominação nerd também não é mais a mesma de outrora. Antes era uma referência para os inteligentes fracotes que não conseguiam mulher e tinham a vida baseada em tecnologia e coisas que ninguém conhecia. Hoje está mais banalizada, sendo utilizada para qualquer um que seja especialista em algum assunto estranho (tecnológico ou não).
Existem três ramos “nérdicos” dos quais eu sou aficcionado: filmes de porradaria/ação/terror, quadrinhos de super-heróis e Heavy Metal. Para cada um deles possuo um grupo de amigos “entendidos”, e para cada grupo vale a primeira linha deste texto.
Analisando a fundo (ui, de novo), com cada grupo em específico rende conversas memoráveis e ininteligíveis, pois não são assuntos inerentes ao povo brasileiro em sua totalidade. (traduzindo: o povão não curte quadrinhos, filme de porrada e Heavy Metal, daí eu e os manos parecemos uns idiotas rindo de coisas sem sentido)
Conversas nerd são o máximo... para os nerds.
Qual a melhor citação de Comando para Matar? Qual o melhor zumbi de Romero? Por que Rob Liefield e Jeph Loeb não se aposentam e poupam o mundo de seus trabalhos? Foi justo o vigia apanhar pro Hulk vermelho? Dave Mustaine conseguirá fazer uma entrevista sem citar o Metallica? Você já imitou um troll da floresta hoje?
Caso você entenda alguma dessas questões (ou simplesmente riu), você é um nerd/nerda. Caso não tenha entendido bulhufas, vai achar que eu e meus amigos somos idiotas que não crescemos. Minha tia, aliás, disse certa vez que eu tenho que largar essas “coisas idiotas” e ter hábitos “de adulto”. Ou seja, ouvir música “de verdade”, ver filmes de “conteúdo” e ler coisas “sérias”.
Peraí, por não ser um som típico do país (como samba e MPB), o Heavy Metal não presta? Só por que são desenhadas, as revistas em quadrinhos não são arte se comparadas a livros? Por ter mais explosões e tiros do que diálogos intelectuais o filme se torna automaticamente dispensável? CLARO QUE NÃO, CARA!!!
Eu entendo o outro lado, pois também acho estranho quando falam coisas que não compreendo (tipo minhas colegas de trabalho discutindo maquiagem e dietas naturais). Porém, se você gosta de algo, não há problema em conhecer mais (desde que seja permitido na lei) e é excelente encontrar outros que compartilhem dos mesmos gostos. Futebol, Big Brother e reclamar dos políticos estão entre os mais comentados nas rodas de conversa. Mas nas minhas continuar sendo nerdices.
Além do mais, a graça é justamente se distanciar do senso comum e ser diferente.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Carnívoro
Não, eu não sou um capitalista radical anti-natureza, mas detesto pessoas que ficam insistindo pra fazer aquilo que não quero. Uma coisa é discutir racionalmente os benefícios de uma dieta vegetariana enquanto eu exponho porque não cedo a esse estilo de vida. Mas argumentos do tipo “é bom, e pronto”, “como você pode comer animais?” e “quem come carne não tem alma” servem apenas para que eu seja sarcástico e ignorante na conversa.
Precisamos ser conscientes e não custa nada ter hábitos saudáveis para melhorar o corpo e ajudar o planeta (sim, eu possuo muitos hábitos saudáveis, embora ninguém acredite), mas o radicalismo jamais será a resposta para resolver qualquer problema.
Não pretendo excluir a carne da minha vida, nem se o médico mandar (morro gordinho, porém feliz). Minhas melhores histórias envolvem churrascos mal feitos com meus amigos, e não saladinhas no clube da verdura. Como eu discutiria com meu avô os melhores cortes bovinos? Imagine o sacrilégio que é morar no Rio Grande do Sul e servir apenas alface em uma churrascaria?
Claro, se você está lendo isso aqui e é vegetariano vai dizer “nós não comemos só alface”, “a cozinha vegetariana é muito diversificada” e Eu não duvido, sei que é possível ter uma alimentação completa sem carne. Mesmo assim, troco qualquer prato que você possa me oferecer por um bife na chapa.
E não vou usar o argumento de que homens de verdade só comem carne e gordura, pois o ídolo da ignorância máxima dos anos 80 - Stallone Cobra - tinha uma vida natural e saudável entre um tiro e outro nos bandidos.
"Sabe qual é o seu problema? Você é muito violento. Devem ser esses chicletes e sanduíches brabos que você come. Come ameixa, que é uma coisa natural,come uva, passas. Gosta de peixe? Peixe é bom."
(Diálogo clássico que me fez repensar a vida)
sábado, 8 de janeiro de 2011
Tosquices de outrora
Ah cara, que decepção. O negócio era muito tosco, a história era uma baboseira, as interpretações eram esdrúxulas, as cidades eram maquetes de papelão e, dependendo do monstro, tu via até o zíper da fantasia.
Claro, isso não impediu que eu me divertisse muito vendo essa tosqueira. O problema é que a "magia" não estava mais presente, como no tempo que eu era um garoto magricelo e remelento. Quando se é pequeno, as lutas ridículas do Ultraman são experiências inesquecíveis, que trazem aquela expressão de surpresa ao ver que o vilão era uma ameaça pro universo inteiro com seus raios de fótons e atitude maléfica.
Bem, sou fanático por esses seriados técnicamente terríveis dos anos 70 e 80, pois moldaram meu caráter(!?) enquanto eu ia crescendo. Meu sonho era ter uma armadura de metal maneira e sair dando porrada nos outros com um robô gigante enquanto destruia toda a cidade em volta. Bons tempos aqueles.
Não preciso fazer uma dissertação filosófica sobre a infância perdida e tal, pois tudo se resume ao seguinte: Quando o cara é pequeno, não percebe a falta de qualidade. Mas apenas a falta de qualidade técnica, pois a qualidade criativa era fenomenal!! Os caras criaram seriados antológicos que estão na nossa memória até hoje usando prédios de isopor e roupas de plástico vagabundo!! Sem contar os efeitos especiais, que são tão avançados quanto aquele que faz o Chapolim voar nos aerolitos.
Jaspion, Jiraya, Black Kamen Rider, Winspector, Ultraman, Jiban, e tantos outros. Nenhum deles perdeu seu charme ou caiu no meu conceito, apenas perderam a visão que eu tinha quando era garoto. Já que eu não posso voltar ao passado (ainda), posso pelo menos rir e aproveitar a tosquice que tanto me divertiu na era de ouro.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Dragon Ball Z motivacional
Esses dias recebi no meio da rua um flyer convidando para uma palestra motivacional. Nunca ouvi falar do palestrante, mas dizia que ele tinha um histórico de superação na vida. Parei e refleti sobre isso.
Existem muitos exemplos motivacionais no mundo: Pobres que se tornaram ricos, médicos que salvaram vilas inteiras com equipamentos precários, sobreviventes dos campos de concentração,
Sim, ele mesmo, o
Goku venceu o analfabetismo: ele era burro que nem uma porta, hoje até se teletransporta com o poder da mente.
Goku venceu o bullyng: Ele tinha um rabo de macaco! Imagina o que não zoavam ele com isso. Mas ele ficou chorando no canto? Claro que não! Levantava e enfrentava os valentões.
Goku venceu a fome: Quem acompanhou o desenho sabe a quantidade de comida que ele necessitava pra viver. Mas ele parecia desnutrido? Of course Not, dude.
Goku venceu a xenofobia e o preconceito: Ele veio de outro planeta, tem um amigo verde, outro com 3 olhos, outro que é um gato falante, e sempre atrás das BOLAS DO DRAGÃO. Sem preconceitos e barreiras sociais, ele é um exemplo!!
Goku venceu o medo e a dor: Ele tinha um terrível medo de injeções e agulhas, algo que mesmo eu temo, mas aguentava até a bola de força gigante do Freeza quando necessário.
Goku venceu a humilhação: Acha que é fácil aguentar o Vejita chamando ele o tempo todo de "verme maldito"?
Goku venceu o mal humor: Ele é marido da Chi Chi (mulher chata pra cacete), pai do Gohan (muleque chorão pra cacete), seu mestre era um véio tarado e, mesmo passando a vida toda apanhando, recebia todo mundo com um sorriso no rosto e um "Oi, eu sou o Goku".
Goku venceu a morte: Ele morreu e ressucitou pelo menos umas 3 vezes. Tem superação maior que essa?
Ele não é apenas um herói dos desenhos animados, é um herói para todos nós. Passou a vida apanhando e se tornando forte pra defender a terra de inimigos cada vez mais poderosos. Quando sofria uma derrota, não descansava enquanto seu KI não estivesse à altura do adversário. Desde Tao Pai Pai (o cara que matava com a língua) até o famigerado Cell.
Quando surgirem problemas na vida pense: "O que Goku faria numa hora dessas?"
Sejamos gratos a Goku por ser esse modelo de superação e provação máximos! Levantemos as mãos para fazer a Genki Dama mais poderosa do universo!
Obrigado Goku!!!
domingo, 24 de outubro de 2010
Crise de Ideias
Que tal escrever sobre isso? - Perguntei-me a mim mesmo.
Sobre isso o quê? - Questionei-me a mim mesmo como réplica.
Não ter nada pra falar. - Respondi-me a mim mesmo.
É, mas praticamente todos os escritores que conheço já falaram sobre isso. - Retruquei-me a mim mesmo.
Grande coisa, tu lá é escritor de verdade? Tem só um blog!! - Eu rebati-me a minha própria resposta.
Bem, acho que posso mesmo falar sobre não ter o que falar.
Quem sabe faço um diálogo sobre? Ah, peraí, fiz isso no parágrafo acima....
Um ensaio filosófico sobre os motivos do vazio existencial da mente? Não. Muita bobagem sem sentido.
Já sei, que tal uma análise sobre a crise de ideias na mídia em geral? Putz, acho que já falei sobre isso umas cinco vezes.
Engraçado que quando não estou em situação de transcrever alguma coisa (de pé no trem ou no meio do jogo de futebol) me aparecem dezenas de ideias. E, óbvio, sem anotar elas somem tão rápido quanto vieram.
Quer saber, vou é comprar um caderninho daqueles bem pequenos que caibam no bolso. Assim, quando tiver uma ideia legal, escrevo nele e produzo um texto decente aqui. Mas, neste momento, quem sabe um bom filme de ação me inspire.

domingo, 5 de setembro de 2010
Sensibilidade é pros fracos
Segue abaixo alguns exemplos:
Conversando com uma colega da faculdade.
Eu: Tu tem um sotaque bem legal.
Ela: É que eu sou de Carlos Barbosa (cidade berço de colônias italianas).
Eu: Ah, legal, então tu é uma colona?
(Não preciso dizer que quase tomei um tapa.)
Falando com uma antiga.. humm, bem... "amiga".
Ela: Diz a verdade, o que tu acha de mim?
Eu: Acho que tu fala demais.
(Nossa, ainda fico rindo e tentando entender o que me levou a dizer isso. Mas eu tinha 17 anos e era um banana. Óbviamente, nunca mais falei com ela depois)
Quando fiz um cartão de aniversário pra uma colega, e coloquei uma frase bonita de uma banda de Heavy Metal (sim, realmente era uma frase bonita).
Ela: Um pedaço da letra do Judas Priest? Tu acha que eu entendo algo de Judas Priest?
Eu: Acho que tu não entende é de nada.
(Desnecessário dizer que eu não fui no aniversário. Mas caras, faço um cartão todo bonito e na boa vontade e ainda reclamam??)
Uma colega de trabalho exaltando o fato de ter perdido meio quilo.
Ela: Nossa meninas, perdi meio quilo mês passado!!! A dieta está estupenda!!
Eu: Perdi dois quilos semana passada, e nem fiz dieta. Como é legal emagracer sem esforço né?
(Se fosse um desenho animado, creio que sairia um raio dos olhos dela quando eu disse isso)
Quando uma garota numa festa perguntou o que eu achava do vestido dela.
Ela: Comprei ontem esse vestido. Não é legal?
Eu: Tem uma cortina lá em casa parecida com ele.
(Pelo menos a desculpa dessa vez é que eu estava bêbado, mas nem sei como escapei daquele copo que voou na minha cabeça)
Ok ok, já chega. Não faço essas coisas com propósito de machucar, geralmente to meio "desligado" quando me perguntam algo e respondo sem pensar muito, ou simplesmente é sarcasmo e elas não entendem. Mulheres não costumam entender piadas sarcásticas, fato.
Todos cometem falhas de vez em quando. Pelo menos ocasiões como essas geram lembranças engraçadas.
domingo, 1 de agosto de 2010
Um verbo, vários significados
Impregações diversas do verbo foder no cotidiano:
"Vá se foder!" - A utilização mais simples, para xingamentos em geral.
"Tu é um fodido." - Utilização para designar alguém que está "na merda" a algum tempo.
"Tu tá fodido." - Utilização pra designar alguém que ESTARÁ "na merda" em pouquíssimo tempo.
"Tu é foda." - Ao contrário dos anteriores, esse designa alguém sortudo ou com capacidades acima do normal para determinadas tarefas.
"Fudeu!" - Exclamação para resumir uma situação de desastre total.
"Foda!!" - Outra exclamação, mas desta vez para dizer que algo é muito bom, ou surpreendente.
"Hoje vai ser foda." - Frase comum para os dias de trabalho difíceis.
"Vou tocar um foda-se e é isso!" - Utilizada para situações em que enchemos o saco de algo e largamos de mão.
"Foda-se." - Frase comum para quando ignoramos algo ou alguém.
Claro, o verbo foder as vezes tem relação com sexo, mas fica mais como esses acima hehe.
Tá, vou ser honesto, fiz esse post só pra botar a imagem abaixo. HAHAHAHA
domingo, 27 de junho de 2010
Coco Bongo
Tá mané, mas o que isso tem de mais? - Você me questiona.
Bem, saí com meus amigos no último sábado e acabamos parando no point dos "alternativos" de Porto Alegre, o Porão do Beco. Nada de surpreendente pois não era a primeira vez que eu ia lá, mas algo estava diferente. Pra começar, tinha mais marombados e patyzinhas cheias(nos dois sentidos) do que os alternativos em si. "Que coisa hein", pensamos eu e meus amigos old scholl heavy metal (sim, nós old scholl heavy metal também vamos em lugares assim às vezes). Bem, lembramos de quando o Alexandre Frota explicou o sentido da vida e resolvemos encarar.
Fomos pra fila e adentramos no recinto da perdição desta nova geração. Tá, confesso que é legalzinho, bem melhor que baladinhas podreca que tem por vários outros lugare na capital e região metropolitana. Tudo correndo normalmente....... MAS PERAÊ!!! DE REPENTE TÁ TOCANDO FUNK???? ou melhor, UM FUNK ALTERNATIVO???
Sim, estava. Decadência, até pra esse povinho alternativo. E outra hora iniciaram umas músicas que faziam eu me sentir em Cuba, motivo pelo qual me lembrei do saudoso Coco Bongo. Fiquei pensando se não iam botar uma corda e fazer o pessoal passar por baixo dela sem cair, tal qual no desenho. Aguentamos até as três da manhã e resolvemos sair de lá. Mas outra surpresa nos aguardava na rua, pois vimos um cara entrando dentro da casa noturna com umas sacolas cheias dessas malditas vuvuzelas. SIM, VUVUZELAS.
Dá pra imaginar esses alternativos emos dançando estilo Coco Bongo enquanto outros assopram nas vuvuzelas?
domingo, 23 de maio de 2010
Preciso de outro quadro
Eu sou da espécie rara que de vez em quando compra cds originais nas lojas (vai, pode rir) e dvds de shows das minhas bandas preferidas. Mas o maior gasto, sem dúvida, é com shows. Não falo de showzinhos podreca ou de bandas regionais, onde o ingresso é 10 reais (com direito a uma latinha de Nova Schin), mas aos shows internacionais de bandas consagradas. E com o valores exorbitantes cobrados pelos ingressos, é uma tarefa realmente difícil ver todos os shows que quero.
É óbvio que não vejo tudo que gostaria, mas aqueles imperdíveis nunca me nego a gastar. Guardo todos os ingressos dos que já vi em um quadro na parede do meu quarto. Iron Maiden, Whitesnake, Judas Priest, Deep Purple, Kreator, Exodus, AC/DC, Megadeth e ao final da semana estarão ali ZZ Top e Joe Lynn Turner também.
Peguei a calculadora esses dias e fiz um somatório dos valores de cada um:
Iron Maiden -> R$100,00
Whitesnake -> R$120,00
Judas Priest -> R$150,00
Deep Purple -> R$180,00
Kreator e Exodus(os dois foram juntos) ->R$50,00
AC/DC -> R$ 900,00 (o ingresso foi R$300,00, mas tive que viajar pra São Paulo pra ver o show hehe)
Megadeth -> R$ 90,00
ZZ Top - > R$ 80,00
Joe Lynn Turner -> R$30,00 (é, esse foi barato até)
Somatório de shows internacionais -> R$1700,00
Porra, olha só quanto eu já gastei em NOVE shows internacionais!! É um absurdo o que os caras cobram!!
Eu não me arrependa de nenhum desses gastos, a tendência é o número de ingressos sempre ir aumentando. É claro que esse número poderia ser bem maior, mas só se eu fosse o Bill Gates pra ir em todos shows bons que passam aqui pela minha terra.
Mas apesar disso amanhã terei mais um gasto que não me arrependerei depois. Vou comprar outro quadro, afinal o meu antigo já está muito cheio e não cabe mais nenhum ingresso.

sábado, 15 de maio de 2010
Teoria Kapião
Dizem os grandes sábios que existem leis que rejem o universo, e estamos fadados a obedecê-las. Na mesma linha, já no nosso dia-dia, somos constantemente perturbados pela Lei de Murphy (não é o ator) nos trazendo inconvenientes e pequenas desgraças. Bem, seguindo uma lógica controversa de desgraças maiores, formulei nos últimos meses a Teoria Kapião.
Antes de explicar os fundamentos, vou primeiro dizer o por que do nome "Kapião". Essa palavra vem de uma animação da internet com um hambúrguer falante dizendo "belessa kapião". Derivando de piadas sem sentido entre mim e meus amigos, acabou como um apelido para pessoas chatas, sem graça ou simplesmente azaradas.
Bem, passando por várias coisas nessa vida (tá, nem tantas) comecei a analisar e ver alguns padrões de desgraças alheias. Refletindo um pouco sobre algumas situações, percebi que determinadas pessoas azaravam meu dia(literalmente). Portanto, essas pessoas foram alcunhadas de "kapiões". Sendo mais direto, viu essa pessoa, algo de ruim te acontece.
Cada um tem seu kapião. Pode ser um vizinho, um amigo, um colega de aula, um familiar ou até mesmo um completo estranho que tu nunca conversou na vida, mas que concretiza a teoria. E, não raro, várias pessoas se tornam kapiões. Mas um em especial sempre é o expoente, aquele que certamente arrasa teu dia, enquanto os demais apenas causam encômodos, que eu chamo de "fatos kapionescos".
Alguma consequências da Toria Kapião:
* Se você encontra o kapião no início da semana (segunda ou terça) algo de ruim acontecerá no final dela(sexta ou sábado). E o inverso também conta;
* Se você apenas o avistar de longe, algo chato vai acontecer até o fim do dia;
* Se um kapião cruzar na sua frente, algo ruim acontecerá em menos de meia hora;
* Se o "kapião máximo" parar para conversar contigo, melhor fugir para as montanhas, pois está amaldiçoado;
* Não importa onve você vá, sempre está sujeito a ver o kapião;
* Nenhum dia perfeito termina antes de algum kapião passar por ti e te trazer azar.
Bem, pode ter percebido que nada de bom acontece, só desgraça. Pois é isso mesmo que um kapião traz. Não que eles façam por mal, mas é um dom inato que interfere no andamento do "nosso universo". A maioria dos kapiões nem faz ideia do poder que possui.
Me atendo a experiências próprias, lembro que o kapião principal e os menores me trouxeram muita dor de cabeça. Me fizeram ir mal em algumas provas, ficar sem dinheiro, encontrar pessoas indesejadas quando ando nos corredores(mesmo quando não são eles), arruinar completamente noites que tinham tudo pra ser boas e, mais recentimente, ser demitido (sim, eu conversei com o kapião no dia anterior).
Se você vir um kapião, fuja.

domingo, 2 de maio de 2010
Rompendo os limites
Me sentia como um moribundo, já com os urubus voando em volta só esperando a presa cair no chão. Mas eis que certo momento a bola veio voando e passou por mim. De alguma forma, juntei forças e saí correndo atrás dela junto com o zagueiro do outro time. Ambos corríamos lado a lado numa disputa afiadíssima. Não sei como, disparei de tal forma que me distanciei uns dois metros dele e chutei a gol. Teria sido uma linda cena se o goleiro não tivesse defendido com a ponta dos dedos. Mas o que chamou a atenção desse fato banal foi quando o zagueiro me disse "Bah, não sabia que tu conseguia correr desse jeito!"
Pois é, nem eu sabia. Posteriormente parei pra pensar a respeito e percebi que não era a primeira vez que eu alcançava um nível físico que os outros não supunham que eu tivesse. Não estou me colocando numa categoria de super atleta, mas sim daqueles que uma vez ou outra mostram algo que os outros nem imaginavam que pudesse ser feito. Exemplificando melhor, seria o mesmo que ver aquele nerd franzino derrubar o valentão da escola com apenas dois socos. É raro, mas acontece de vez em quando, não só comigo, mas com todas as pessoas.
Minha mãe se espantou uma vez que eu fiquei tão brabo que levantei um butijão de gás apenas com um braço... quando eu tinha 15 anos (mas depois não consegui repetir).
Certa vez voltava a pé da academia acompanhado de um amigo de bicicleta e começou a chover. Ele me disse "rá, vai te molhar" e se mandou, mas baixou um espírito de Forrest Gump e eu larguei na corrida tão rápido, e forcei tanto as pernas, que passei a bicicleta dele e me manti na frente por uns 50 metros.
E outra vez espantei a professora de karatê da academia (mas eu não lutava karatê) ao fingir que ia dar um chute do Chuck Norris e fazer perfeitamente o movimento. Ela pensou que eu já tinha certo grau de luta, mas eu só sabia de ver filmes na tv. É claro que não cheguei nem perto de acertar esse chute nas outras vezes que tentei.
Esses pequenos acontecimentos são constantes de todos, como uma força interna que nos impele a romper os limites quando necessitamos, ou então nas horas mais esdrúxulas possíveis, para o espanto dos demais.
Bem que eu gostaria de conseguir correr tão rápido em todos os jogos de futebol.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Todo mundo é comediante
Cara, se tem uma coisa que me incomoda mesmo, é ver que todo mundo que consegue catar uns milhos no teclado tenta fazer piadas, posar de bonzão engraçado da vez ou comentarista "da hora". A quantidade de sites voltados pra besteiras em geral é absurda.
Conteúdo de 80% dos sites que eu vejo quando navego a esmo apenas em busca de entretenimento:
* Montagens toscas feitas no paint (sempre seguidas de um comentário "supimpa")
* Piadas datadas (e o mário?)
* Listas de top top alguma coisa (piores gols, mais putas do BBB, mulheres que o Zé Mayer não pegou)
* Fatos (Chuck Norris, Sônia Abrão, MacGyver)
* Curiosidades idiotas que nada ajudam na vida (quem tem o maior saco do mundo, já vi essa)
* Tirinhas (porra, todo mundo acha que sabe fazer tirinhas)
* Avacalhação com as próprias burradas da internet (os pérolas e tolices do orkut)
Não só em sites, vamos para os blogs e redes sociais. Cara, todo mundo que tem Twitter, MAS TODO MUNDO MESMO, faz frases "extremamente engraçadas", que todos os seguidores vão morrer rindo (ha ha ha). Eu faço parte desse treco só porque sendo um publicitário preciso interagir com as mídias. Mas peralá, os que eu sigo não tiram nem um sorriso amarelo do meu rosto com tanta "criatividade e graça". Os meus próprios tweets são uma merda, e só tem graça pra mim (quem lê tem a mesma reação que descrevi acima).
Blogs são uma questão a parte pra mim. Quando criei ele, foi com o objetivo de fazer algo diferente de tudo que eu via, com textos de estilo próprio e diferenciado cheio de humor requintado. Mas quer saber, andando um poco pela rede eu posso facilmente achar algumas centenas de blogs com a mesma proposta e estilo. E, no fim das contas, só recebe comentários de amigos. Ou seja, eu mesmo sou mais um entre tantos apresentando mais do mesmo. Mas azar, escrevo apenas por prazer, não pra fazer sucesso.
Só com algum talento excepcional ou ideia brilhante fica-se famoso por mais do que alguns minutos na internet. Mas, se é pra ficar conhecido por apenas escrever bobagens ou colocar fotos engraçadas, já desisto desde agora.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Presentes
Sílvio Santos - Um aviãozinho de ouro, que vale mais do que dinheiro.
Carla Perez - Jogo de alfabetização pré-escolar da Xuxa.
Osama Bin Laden - Mini ogiva nuclear da Gulliver.
Barack Obama - Roupão presidencial com o símbolo do SuperMan.
Xuxa - Um duende de estimação.
Steven Seagal - Kit de limpeza para armas brancas e de fogo.
Maradona - Uma miniatura sua que fala a frase "Jo Soy o Mejor".
MacGayver - Dois clipes de papel, um ciclete mascado e um pacote de sucrilhos(posteriormente ele fez um helicóptero).
Lula - Garrafa de whisky 8 anos (mas ele pediu um de 12, pois oito parece não ser o suficiente).
Chuck Norris - Ele que deu presente para o Papai Noel.
Silvester Stallone - Par de luvas de boxe feitos de ouro.
Britney Spears - Uma nova peruca.
Vanusa - Um pacote de Engov pra curar as ressacas.
Chaves - Um sanduíche de presunto e um copo de suco de limão que parece de tamarindo mas que tem gosto de groselha.
Darth Vader - Sabre de Luz multifuncional de bolso.
Bill Gates - Um Macintosh.
Rubens Barrichelo - Um patinete com foguete propulsor acoplado(e sem molas).
Roberto Carlos - Um Cadillac bip bip.
Kenye West - DVD best of dos clipes da Beyoncé.
Stephany - Miniatura de um Cross Fox.
Susan Boyle - Um microfone cor de rosa.
Leônidas - Uma viagem turística para Sparta.
Pedro - Um chip novo.
Hebe Camargo - Pote de formol da Natura.
Faustão - DVD com todas as temporadas do seriado do Bennie Hill.
Megan Fox - Livro passo-a-passo de interpretação para gostosas.
Deputados de Brasília - Meias e cuecas tamanho GG.
Ronaldo - Kit completo da Herbalife.
Zé Mayer - Ele pediu uma mulher, mas não foi possível achar uma que ele ainda não tivesse.

domingo, 13 de dezembro de 2009
Promessas para um ano vindouro
1º - Perder 10kg (ano passado também prometi isso, mas consegui só 4)
2º - Comprar um carro (e precisa ter 4 rodas, de preferência)
3º - Aumentar minha cota de shows que preciso ver antes de morrer (ainda faltam uns 4 ou 5 essenciais)
4º - Ficar fluente em inglês (já to no intermediário, honey)
5º - Mais grana no bolso (se eu não cuido, vai todo meu salário de estagiário numa noite só)
6º - Fazer um site de verdade (blog é legal, mas é hora de avançar pra site mesmo)
7º - Fazer um gol de bicicleta (sim, eu nunca fiz, mas vai que vai né)
8º -
9º - Aprender a assobiar (esse tá nas minhas listas desde que me conheço por gente)
10º - Deixar de ser neurótico com coisas sem importância (quem disse que elas não tem importância?)
11º - Valorizar apenas o que vai me evoluir física e emocionalmente (melhor não explicar o que quero dizer com isso)
12º - Ler mais (tanto gibis quanto livros e revistas)
13º - Desenhar em momentos que não sejam adversos (só desenho quando fico furioso, é hora de mudar isso)
É isso, e muito mais. Logicamente não farei metade dessas coisas, é fácil prever tal fato. Mas vai que andando por esses caminhos tortos da vida acerto em cheio a bola na cesta.





