Agora que chegou aqui não tem mais volta, meu amigo.

Então leia e aproveite o que minha loucura criatividade tem para oferecer.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Raiva motivacional

Dentre todos os gibis que estão na minha estante, destaco a coleção do Incrível Hulk. Está incompleta, mas é a que mais tenho material.
 
Bruce Banner era calmo, gentil, introspectivo e racional. Porém, diante da raiva, virava uma besta incontrolável.
 
Mas o que isso importa? Eu sempre me identifiquei com os extremos vistos nas histórias do Hulk. A que ponto um homem precisa manter sua racionalidade para evitar virar um monstro? Como ser calmo e gentil quando tem sua paciência posta a prova?
 
Já expus em alguns textos antigos que a raiva/fúria/ódio possuem um efeito "motivador" em mim. Nunca entendi direito, mas quanto mais ódio sinto por algo ou alguém, mais me esforço em meus objetivos.
 
Esse é o ponto, pois atualmente me vejo diante de novos objetivos. E, por motivos diversos, estou motivado pela raiva. Raiva que flui pelo meu sangue, que devasta minha mente com pensamentos negativos, que me deixa noites inteiras acordado e refletindo sobre meus erros. Isso é horrível, mas me deixa focado em transgredir as fronteiras da incapacidade.
 
Quisera eu não sentir raiva/ódio, talvez me sentisse mais leve. Mas, já que insistem em me perturbar, vou usar em benefício próprio, assim como o Hulk salvava o dia quando ficava louco e destruía os inimigos.

Um comentário:

Helena disse...

Tá bom, Hulk.
Mas cuidado para não destruir os amigos também! ;)

Beijão!